Ela a (IA) deu uma resposta bem evasiva, bem genérica, para não dizer que deu uma grande passada de pano para os analistas que fazem projeções para investidores financeiros em relação aos governos de esquerda.
A ideia era provocar as tecnologias digitais, TIC, Bancos, Bolsas de Valores e Portais de Economia, quanto aos Programas do Governo Lula. Os analistas do mercado fizeram um gigante monstro, apostando em um fantasma da recessão, desvalorização do real, supervalorização do dólar e pior crescimento do PIB da história.
Os analistas de mercado, geralmente, são grandes economistas, com mestrado, doutorado e PhD em grandes universidades Norte-Americanas e européias. Logo, não se trata de leigos ou estagiários do mercado. Esses PhD em economia erraram tão feio que, se fosse uma cartomante, uma daquelas mulheres videntes, médiuns, sensitivas, clarividentes, que utilizam dons intuitivos e espirituais teriam acertado bem mais.
A IA me disse que os analistas de mercado erram por uma combinação de complexidade econômica, fatores imprevisíveis (como eventos geopolíticos), vieses comportamentais (otimismo/pessimismo) e, por vezes, interesses conflitantes que levam a previsões enviesadas.
É como se transformassem a economia em algo menos exato e mais reflexivo, onde as próprias previsões podem influenciar o resultado, em vez de meramente escrevê-lo, como visto em exemplos recentes no Brasil, onde projeções foram completamente ou maldosamente erradas em relação a PIB, inflação e câmbio.
Segundo a IA, as principais razões para os erros são a Complexidade e Imprevisibilidade: A economia não é uma ciência exata; é influenciada por eventos globais, mudanças nas políticas, psicologia dos investidores e fatores não lineares, como uma guerra ou uma pandemia, que são difíceis de modelar.
A IA justificou através dos Vieses Cognitivos e Comportamentais: Analistas são humanos e podem ser influenciados por:
Excesso de Confiança: Tendência a superestimar a precisão de suas previsões.
Viés de Confirmação: Buscar informações que confirmem suas crenças.
Pessimismo/Otimismo Excessivo: Muitas vezes, o mercado tende a ser mais pessimista do que a realidade, como visto em projeções recentes de recessão no Brasil que não se concretizaram.
Interesses Conflitantes: As análises podem ter um viés para beneficiar os produtos mais lucrativos dos bancos, não necessariamente as melhores recomendações para o investidor.
Profecias Autorrealizáveis (e Inversas): Uma previsão pessimista pode desincentivar investimentos, causando um cenário ruim. O oposto também pode acontecer, onde resultados melhores do que o esperado "pegam" o mercado de surpresa.
Modelos Estatísticos Imperfeitos: As projeções são baseadas em modelos que podem não capturar todas as nuances da realidade, especialmente em economias emergentes como a brasileira, que é sensível a fatores externos.
Exemplos Recentes (Brasil, 2024/2025):
Projeções pessimistas de PIB e alto risco de recessão não se confirmaram.
O dólar, que muitos esperavam acima de R$ 6,00, se recuperou.
Expectativas de juros (Selic) muito mais altas não se concretizaram totalmente.
Em resumo, os erros ocorrem porque a economia é dinâmica, cheia de variáveis humanas e eventos inesperados, e as próprias previsões podem moldar o futuro, tornando o trabalho de prever um desafio constante e imperfeito, como aponta estudos e análises financeiras.
Para os otários, idiotas ou burros que se baseiam em projeções de um Mercado Golpista e tendencioso, fica a dica. Na hora de investir seu suado dinheiro, seja conservador igual ao mercado. Na dúvida, escolha uma boa cerveja, uma picanha e convide os amigos. Pois Lula governa para os de baixo, os mais pobres, aqueles que compra nos camelôs, então o mercado sempre será pessimista com governos de esquerda.
*Por Belarmino Mariano, com ajuda da IA. Imagem - Pescoço do camelô, oara aquele que carrega suas mercadorias no lombo, nas costas. Os abulantes ou trabalhadores informais.
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